Alessandro defende investimentos na cadeia da fruta em Horizontina

Para o gestor, criando programa de incentivos é possível tornar várias propriedade viáveis no interior

       O prefeito em exercício de Horizontina, vereador Alessandro Rafael dos Santos, é um árduo defensor da fruticultura como meio alternativo de renda no município.

       Com microclima totalmente favorável a produção de videiras (uva), cítricos (laranja, bergamotas, lima, limão), frutas de carroço como pêssegos e ameixas e também figo, Horizontina apresenta extraordinário potencial, especialmente em determinada região do município, mais próximo ao Distrito de Cascata, onde se encontram condições de solos e geografia muito semelhantes a de municípios que são grandes produtores do RS e SC.

       Em reunião nesta terça-feira, dia 9, com a produtora rural e Secretária de Desenvolvimento Rural Neiva Ebrin, o prefeito em exercício Alessandro, solicitou a adoção de Projeto de Lei de sua autoria, que ofereceu caminhos a gestão municipal no fortalecimento deste Programa, já que há experiências exitosas de alguns produtores de forma individual. “A organização dessa cadeia produtiva pode incrementar a renda de muitas famílias, contribuir para a sucessão rural de resultados, e aumentar as receitas municipais”, projeta o mandatário interino.

       Horizontina, atualmente importa a maior parte das 639 mil toneladas de frutas que consome por ano. Só esse mercado interno, justificaria uma lei de incentivos, sabendo que excedentes seriam comercializados também em outras cidades próximas.

       Neiva e Alessandro, dialogaram no sentido de implantar programa de incentivo à Fruticultura, a exemplo do que já ocorre com o Leite, Peixes e Suínos, por exemplo, com as estruturas do poder público e convênios por ele buscados, colocados a disposição, mediante os critérios estabelecidos na Lei Municipal que rege o programa.

       O projeto prevê assistência técnica, aquisição de mudas, irrigação das áreas, preservação ambiental e manejo de cultivos próximos, cursos de qualificação e processos de produção, comercialização in natura ou agroindustrialização, entre outras ações, e  na fase de implantação, análise de solos e a melhor localização de cada pomar nas propriedades.

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